Close Menu
Revista Carros
  • Home
  • Notícias
  • Automóveis
  • Tecnologia
  • Marcas
  • Sobre Nós
Veja Também

Gestão de riscos: o novo alicerce da competitividade em construção civil e agronegócio

19 de junho de 2026

Carro elétrico no Brasil: 25 mil carregadores mudam a decisão de compra?

18 de junho de 2026

Chevrolet Captiva EV feito no Brasil: o que muda para quem pensa em carro elétrico

18 de junho de 2026

CAOA Changan CS75 chega ao Brasil: o que a nova marca chinesa muda nos SUVs

18 de junho de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Revista CarrosRevista Carros
  • Home
  • Notícias
  • Automóveis
  • Tecnologia
  • Marcas
  • Sobre Nós
Revista Carros
Home»Notícias»Gestão de riscos: o novo alicerce da competitividade em construção civil e agronegócio
Notícias

Gestão de riscos: o novo alicerce da competitividade em construção civil e agronegócio

Diego VelázquezPor Diego Velázquez19 de junho de 2026Nenhum comentário6 Mins de leitura
Facebook Twitter LinkedIn Telegram Pinterest Tumblr Reddit Email
Guilherme Campos
Guilherme Campos
Compartilhar
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

Guilherme Campos atua em um momento em que setores tão distintos quanto construção civil e agronegócio convergem para a mesma conclusão estratégica: gestão de riscos deixou de ser um departamento de retaguarda e passou a ocupar o centro da tomada de decisão. Pode-se identificar mudanças climáticas, transformação digital, geopolítica, infraestrutura e acesso a capital como fatores que exigem das empresas do agronegócio investimentos crescentes em inovação, gestão de riscos e planejamento estratégico para garantir competitividade.

Esse movimento não é exclusivo do campo. Na construção civil, dados do Sinapi mostram que os custos acumulados em 2025 subiram 5,63%, com o metro quadrado fechando em R$ 1.891,63, pressão suficiente para reduzir drasticamente a margem de erro de construtoras e incorporadoras em 2026. O denominador comum entre os dois setores é claro: a era em que decisões estratégicas podiam se basear em intuição e histórico recente está perdendo espaço para um modelo de gestão orientado por dados, cenários e mitigação estruturada de riscos.

Esse cenário levanta uma questão central para quem lidera grandes projetos de desenvolvimento regional: o que diferencia, hoje, os empreendimentos que conseguem atravessar ciclos de instabilidade econômica e climática daqueles que ficam pelo caminho? A resposta, cada vez mais, está menos relacionada ao capital disponível e mais à sofisticação da gestão.

Volatilidade como nova normalidade em setores estratégicos

A pecuária brasileira ilustra bem essa transição. É possível descrever a atividade como a pecuária mais complexa da história, marcada por distâncias crescentes para reposição de animais, custos de diesel em alta e pressão de mercados internacionais voláteis. Nesse contexto, lideranças do setor têm reforçado publicamente que eficiência, escala e gestão de risco deixaram de ser diferenciais competitivos e se tornaram requisitos obrigatórios de sobrevivência.

Esse tipo de transformação não acontece isoladamente. Guilherme Campos observa que ela reflete uma mudança estrutural na forma como negócios ligados a recursos naturais e construção civil precisam operar em um ambiente de maior incerteza climática e econômica. A formalização e a regularização produtiva precisam ser vistas como instrumento de fortalecimento econômico, e não apenas como obrigação legal, uma perspectiva que se aplica igualmente a outros setores intensivos em capital e regulação.

Tecnologia e dados como base da nova tomada de decisão

Entre as respostas mais consistentes a esse cenário de volatilidade está a digitalização da gestão. Na construção civil, ferramentas baseadas em inteligência artificial já permitem prever riscos, otimizar cronogramas e antecipar gargalos logísticos e de custos antes que se transformem em atrasos ou retrabalho. A análise de dados em sistemas de gestão, combinada ao monitoramento por drones, amplia o controle sobre canteiros de obras e fortalece a tomada de decisão em alocação de recursos.

Guilherme Campos
Guilherme Campos

No agronegócio, esse movimento se traduz em avanços de produtividade que seriam impensáveis há poucas décadas. O peso médio de carcaça na pecuária brasileira, por exemplo, saltou de 13,27 arrobas na década de 1970 para 17,15 arrobas atualmente, resultado direto de investimentos em genética, nutrição e manejo. A intensificação produtiva também avançou: a produtividade cresceu mesmo com redução de áreas de pastagem, uma combinação que só se torna possível quando gestão e inovação tecnológica caminham juntas. Esse tipo de ganho de eficiência é o que sustenta a viabilidade econômica de projetos de longo prazo em um ambiente de custos crescentes, um ponto que Guilherme Campos costuma destacar ao analisar a relação entre tecnologia e competitividade em setores intensivos em capital.

Como a reforma tributária no Brasil transforma a informalidade em risco tributário para a construção civil? 

A reforma tributária em curso no Brasil acrescenta outra camada de complexidade à gestão de grandes projetos. Na construção civil, a exigência de documentação fiscal correta para garantir créditos do novo Imposto sobre Bens e Serviços transforma a informalidade, antes vista como risco operacional, em risco tributário direto e imediato. Esse novo ambiente amplia significativamente a necessidade de compliance fiscal e de capacidade analítica dentro das empresas, exigindo atualização de sistemas de gestão e maior rastreabilidade em toda a cadeia de fornecedores.

Guilherme Campos explicita que esse tipo de exigência reforça um padrão que se repete em diferentes setores: a sofisticação regulatória deixou de ser um obstáculo pontual e se tornou parte estrutural do ambiente de negócios. Conforme análise associada ao desenvolvedor imobiliário, empresas que tratam compliance como etapa estratégica e não como formalidade posterior tendem a reduzir significativamente sua exposição a litígios e a custos inesperados ao longo da execução de projetos de grande porte.

De que maneira a inovação tecnológica pode melhorar a gestão de riscos em áreas estratégicas do agronegócio? 

Esse amadurecimento na forma de gerir grandes projetos tem efeitos diretos sobre regiões que vivem ciclos de expansão econômica acelerada, como é o caso de áreas estratégicas da Região Norte do Brasil. Projetos de desenvolvimento regional ligados à infraestrutura, construção civil e agronegócio nessas áreas enfrentam desafios adicionais de logística, clima e escala que tornam a gestão de riscos ainda mais determinante para o sucesso das iniciativas.

Regiões que conseguem associar inovação tecnológica, sustentabilidade ambiental e gestão estruturada de riscos tendem a se consolidar como polos mais competitivos do que aquelas que dependem exclusivamente de vantagens naturais, como disponibilidade de terra e clima favorável. Guilherme Campos reforça esse raciocínio em linha com discussões que envolvem o ambiente de atuação do investidor: essa combinação de fatores explica por que projetos bem geridos em regiões emergentes vêm atraindo capital que, há poucos anos, se concentrava quase exclusivamente em polos econômicos tradicionais.

O futuro pertence a quem souber gerenciar incerteza

O que esses movimentos em construção civil, agronegócio e desenvolvimento regional têm em comum é uma mudança definitiva de paradigma: a vantagem competitiva não está mais apenas no acesso a capital ou recursos naturais, mas na capacidade de gerenciar incerteza de forma estruturada. Empresas e investidores que internalizam essa lógica, combinando dados, compliance e inovação tecnológica, tendem a atravessar ciclos de instabilidade com muito mais resiliência do que aqueles que ainda operam sob modelos reativos de gestão.

Para os próximos anos, a tendência é que essa exigência se intensifique, à medida que mudanças climáticas, transformações regulatórias e a digitalização acelerada de setores estratégicos elevem o nível de sofisticação necessário para sustentar grandes projetos. Nesse novo cenário, gestão de riscos deixa de ser apenas uma função de proteção e passa a ser, ela própria, um motor de competitividade e de crescimento sustentável para quem investe em infraestrutura, construção civil e agronegócio no Brasil.

Conteúdos sobre desenvolvimento urbano, mercado imobiliário, investimentos e crescimento sustentável estão disponíveis no Instagram de Guilherme Campos. Acompanhe: @guicamposvlg

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

Post Views: 10
Empresário Guilherme Silva Ribeiro Campos filho de ex-governador Guilherme Campos Roraima Guilherme Silva Ribeiro Campos Guilherme Silva Ribeiro Campos desenvolvedor imobiliário Guilherme Silva Ribeiro Campos investidor Guilherme Silva Ribeiro Campos setor imobiliário e agro Ribeiro Campos Incorporações Ribeiro Campos Incorporações Brisa Park
Compartilhar. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Diego Velázquez
Diego Velázquez
  • Website

Melhores Postagens

Chevrolet Captiva EV feito no Brasil: o que muda para quem pensa em carro elétrico

18 de junho de 2026

Espelhos e reflexos como recurso estratégico no design de interiores

16 de junho de 2026

Segurança em grandes eventos: complexidade, coordenação e preparo operacional

12 de junho de 2026

Rodrigo Gonçalves Pimentel e a lógica da sucessão como arquitetura

9 de junho de 2026

A Política de Segurança Viária e o Desafio da Mobilidade Segura nos Centros Urbanos

8 de junho de 2026

Como os blocos de concreto contribuem para obras mais eficientes? Veja neste artigo

3 de junho de 2026

Os comentários estão desativados.

Veja Também

Gestão de riscos: o novo alicerce da competitividade em construção civil e agronegócio

19 de junho de 2026

Carro elétrico no Brasil: 25 mil carregadores mudam a decisão de compra?

18 de junho de 2026

Chevrolet Captiva EV feito no Brasil: o que muda para quem pensa em carro elétrico

18 de junho de 2026

CAOA Changan CS75 chega ao Brasil: o que a nova marca chinesa muda nos SUVs

18 de junho de 2026

Gestão de riscos: o novo alicerce da competitividade em construção civil e agronegócio

19 de junho de 2026

Chevrolet Captiva EV feito no Brasil: o que muda para quem pensa em carro elétrico

18 de junho de 2026

Revistacarros é o seu novo destino para se manter informado sobre tudo o que acontece no mundo automotivo. Nossas notícias abrangem desde os lançamentos de novos modelos até as últimas tecnologias e tendências do setor. Conteúdo de qualidade, atualizado em tempo real.

  • Home
  • Notícias
  • Automóveis
  • Tecnologia
  • Marcas
  • Sobre Nós
Revista Carros- [email protected] - tel.(11)91754-6532

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.